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16 de setembro de 2016

✍ Jornalismo - O Triplex da OAS

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Em 1996 foi criada, por iniciativa do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, uma cooperativa com a finalidade de construir imóveis a preço de custo para os bancários. A BANCOOP - Cooperativa Habitacional dos Bancários Paulistas - passou a ser presidida pelo ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, João Vaccari Neto, desde que o primeiro presidente morreu, em 2004, num acidente automobilístico tido por suspeito pelo irmão dele.
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24 de junho de 2016

✍ Jornalismo - A Onça e a Infelicidade da Selfie

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Passada a justificada comoção geral pela morte da onça associada à passagem da tocha olímpica, surgem as versões oficiais que dificilmente serão alvo da mesma repercussão midiática dedicada ao trágico desfecho. Antes de qualquer coisa é preciso que as autoridades deixem claro à população que a presença das onças não fazia parte da programação da cerimônia. De acordo com nota oficial divulgada pelo Exército, por uma feliz ou infeliz coincidência, a história irá julgar, as duas onças estavam sendo transferidas para fazer exames de rotina no mesmo horário do evento.

Alguém da organização das olimpíadas teve a brilhante ideia que os condutores da tocha tirassem fotos ao lado dos animais, aproveitando que eles estavam ali naquele momento. Uma estratégia de marketing que pareceu inteligente na hora, mas não teve o final esperado.

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9 de março de 2016

✍ Jornalismo - Vazamentos Seletivos

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Já foi falado aqui sobre a necessidade de haver uma melhor colaboração entre o jornalismo investigativo e a polícia. O que há no Brasil é uma espécie de competição, uma guerra não declarada, da imprensa contra os órgãos de públicos, que incluem todo o sistema policial e o aparato do Estado. Quando a imprensa publica informações sigilosas sobre os inquéritos policiais, passa à população a impressão de que a polícia não está fazendo seu trabalho e que nada aconteceria se os jornalistas não publicassem o que tem sido descoberto. Mas é preciso que os jornalistas se imponham limites entre o dever de informar ao cidadão e o que pode ser interpretado como obstrução da justiça.
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✍ Jornalismo - É a Crise "né?"

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A crise econômica parece ter atingido até mesmo a grande Globo News. Em virtude disso o canal resolveu reduzir despesas da única maneira que os modernos empresários sabem. Demitindo empregados. O problema deste tipo de programa de contenção de despesas é que o principal critério de escolha aponta diretamente para os profissionais mais caros às empresas. E em geral os mais bem remunerados são os melhores profissionais, os mais preparados, os que investiram na formação pessoal e que levam a sério os detalhes de uma boa apresentação.

Mas o pior que pode acontecer aos telespectadores ainda não é ter de aturar um âncora que não consegue dizer uma frase completa sem pontuá-la com um "né" a cada dez segundos, no principal informativo diário do canal por assinatura.
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2 de fevereiro de 2016

✍ Jornalismo - Espantaram o Mosquito

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Estão agora discutindo se o triplex sito à rua General Monteiro de Barros, 658 no Guarujá pertencia ou não à família do ex-presidente Luis Inácio. E eu respondo sem pestanejar: está claro que não. O triplex não pertence à família Lula da Silva.

Se em algum momento a empreiteira teve a intenção de repassar a escritura do luxuoso triplex para o nome do ex-presidente ou o de sua esposa, isso não vai mais acontecer, graças a precipitação infantil de nossos investigadores. E, eu repito, se é que a empreiteira teve algum dia a intenção de oficializar a posse de um apartamento tão acima do padrão para um ex-presidente da República. Não é de todo inconcebível a possibilidade de que a cobertura continuasse pertencendo oficialmente a empreiteira, para todos os fiscos. O que só agravaria a situação do ex-presidente, quando e se ele se mudasse com a família.
Mas ele não vai mais morar lá.
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8 de setembro de 2015

✍ Jornalismo - Seja Honesto

A mudança de opinião deve ser seguida da atitude de repúdio à mentira, ao engodo e a trapaça. Defenda a verdade

Reacionário hostiliza petista em manifestação que pretendia ser pacíficaDurante a campanha eleitoral do ano passado, os que eram contra a continuidade do governo que aí está foram duramente agredidos ao manifestarem suas posições nas redes sociais. Havia um clima de claro desrespeito ao direito democrático dos indivíduos externarem suas opiniões. Naquela época a popularidade da presidente era de 52% contra 48% do candidato da oposição. Hoje os principais institutos  de pesquisa reportam que menos de 7% aprovam o governo. É evidente que 45% das pessoas que apoiavam a presidente mudaram suas opiniões sobre o governo.

Não há nada demais que as pessoas revejam suas posições e passem a pensar de maneira diferente daquela que defenderam há 10 meses. Faz parte do amadurecimento político a revisão dos conceitos numa sociedade democrática.
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31 de agosto de 2015

✍ Jornalismo - Maus Exemplos

Na medida em que a crise econômica justifica a demissão de bons profissionais, aumenta cada vez mais o exercício do mau jornalismo. 

Professor Karl Hart
Doutor Carl Hart
"Um passarinho me contou". É com esta justificativa que o jornalista Bruno Ferrari, colunista da Revista Época publicou um artigo em sua coluna "Experiências Digitais". O artigo é ilustrado por uma foto evidentemente tirada no Japão, mas fala de um caso alegadamente ocorrido em São Paulo. A foto é um sinal evidente de que o corpo da matéria foi construído em frente ao computador com ajuda do buscador de Imagens da Google. O artigo não trás referência a um boletim de ocorrências, nem declarações das pessoas envolvidas e sequer cita o direito de defesa dos acusados. Incorre assim numa série de erros que estão se tornando comuns na prática jornalistica.

O caso noticiado poderia até mesmo ter ocorrido. Mas na medida em que o repórter faz a defesa reiterada de uma das partes envolvidas em outras de suas matérias veiculadas nesta mesma coluna e em vistas dos erros crassos de apuração jornalística evidenciados na divulgação dos fatos sugeridos, abre-se espaço para que se duvide do teor desta notícia. Pode-se suspeitar que o jornalista agiu de má fé, com a intenção clara de prejudicar a um dos lados citados, atribuindo a eles um modus operandi condenável aos olhos da opinião pública. Isso é muito grave.

Outro caso tão grave quanto dá conta de que um emérito professor norte-americano convidado como palestrante para um seminário promovido pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais no Hotel Tivoli Mofarrej, também em São Paulo, teria sido vítima de atitude racista por parte dos funcionários da segurança do hotel. O que os jornalistas que trataram de "viralizar" a notícia em suas respectivas empresas não contavam é com a disposição de vários brasileiros em contactar o Doutor Carl Hart para lhe manifestar sinceros pedidos de desculpas. A partir daquela, até então estranha, enxurrada de pedidos de desculpas por e-mail e em seu site oficial, o professor tomou conhecimento do "meme" e tratou imediatamente de desmenti-lo. É interessante notar que nem uma linha sobre o teor do assunto tratado no seminário foi escrita.

Vejam ainda que, se cidadãos comuns tinham acesso aos endereços do professor, tanto mais o teriam os jornalistas, ciosos de seus deveres profissionais, em contactá-lo a fim de maiores esclarecimentos sobre caso tão relevante antes de reproduzir a notícia. A iniciativa da correção partiu do próprio professor, sem o que continuaríamos ainda a acreditar no que foi noticiado primeiro. Nenhuma das empresas jornalísticas que embarcaram no sensacionalismo barato tiveram a iniciativa de apurar os fatos como convém à boa prática jornalística.

E assim tem acontecido rotineiramente, sobretudo na cobertura política, onde a preguiça, ou o conluio organizado por má fé, tem orquestrado um serviço reiterado de desinformação mesmo ao cliente que paga acreditando estar recebendo o melhor serviço que a imprensa lhe poderia oferecer. No caso dos pagantes não seria exagero dizer que estejam sendo vítimas de estelionato nesses casos.

A Forja de Hefestos faz questão de esclarecer em sua descrição que não é um site de notícias e que seus colaboradores não são jornalistas formados, no entanto, sempre que possível, se pauta pelos princípios básicos da ética jornalística, na medida em que usa como matéria prima os artigos veiculados pelas agências de notícias do Brasil e do mundo. A Forja considera preocupante que, enquanto bons profissionais vem sendo demitidos sob a alegação da crise econômica, outros tantos jornalistas de péssima qualidade profissional, mas que certamente configuram uma mão de obra mais barata, sejam mantidos em seus empregos, mesmo com o sacrifício da credibilidade tão arduamente conquistada.
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7 de agosto de 2015

✍ Jornalismo - A Pauta é Responsabilidade

"Grandes poderes trazem grandes responsabilidades" (Ben Parker - The Amazing Spider Man #1, 1963)  

liberdade com responsabilidade
Muito se tem discutido os limites da liberdade de expressão. Fala-se inclusive que se há que se impor limites ao que possa ser expresso, então não há uma verdadeira liberdade no sentido lato da palavra. Por outro lado o comportamento ético, no contexto de uma democracia de fato, exige que a cada direito deva proceder um dever equivalente. Não há direitos sem deveres. Se todos temos o direito de ter respeitado o caráter moral do indivíduo pela presunção da idoneidade, e daí se poder questionar judicialmente a quem publique falsidades a nosso respeito, o cidadão comum tem o dever de não proferir calúnias contra terceiros quando expressam suas opiniões, tendo por sua vez o próprio direito respeitado pelo princípio da reciprocidade.
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19 de junho de 2015

✍ Jornalismo - As Imagens e a Idolatria Surda

"Guardai, pois, com diligência as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o Senhor, em Horebe, falou convosco do meio do fogo;
Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher."


Manipulação política usa a adoração de imagens para deturpar a simbologia artística da representação


Os hebreus contaram há milhares de anos em seus escritos sagrados sobre como seu Deus se achegou a eles,  mediante seus profetas, e os proibiu terminantemente de adorar a imagens. Recentemente tivemos um exemplo contundente do quanto a adoração de imagens pode se tornar tão perniciosa ao ponto de despertar os instintos assassinos do mais pio dos religiosos, dando razão aos profetas.

Notícias sobre agressões homofóbicas

Fez sucesso nos jornais e por toda a internet a foto da transsexual que "ousou" desfilar na Parada Gay de São Paulo representando uma figura semi nua, ensanguentada e crucificada. Por conta da associação imediata da performance artística com a conhecida imagem da crucificação de Jesus exposta em todas as igrejas católicas a atriz Viviany Beleboni, de 26 anos, sofreu os mais diversos ataques e ameaças por toda a internet vindas até mesmo de não católicos, para quem as imagens usadas na liturgia católica sempre foram alvo de críticas acirradas.
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28 de março de 2015

✍ A Banalização do Jornalismo

O jornalismo exige uma responsabilidade que a maioria das pessoas não tem


Banalização da profissão de jornalista
A obrigatoriedade do diploma de nível superior como exigência para o exercício da profissão de jornalista foi promulgada por uma junta militar durante a ditadura que vigorou no Brasil entre abril de 1964 e março de 1985. Mais precisamente em 1972, em meio às críticas ferrenhas que o governo militar sofria por parte do chamado jornalismo alternativo, em plena vigência do Ato Institucional número cinco (AI-5), era editado o decreto-lei que pretenderia regulamentar a profissão de jornalista exigindo entre outras coisas a formação superior em comunicação social e o consequente registro profissional junto ao Ministério do Trabalho.

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19 de abril de 2013

✍ Jornalismo - Uma Maratona de Boston

Câmeras flagram o cotidiano das pessoas
Não era para ser nada demais. Só pessoas correndo numa segunda feira qualquer na corrida mais tradicional de uma cidade qualquer. Uma corrida sem nenhuma importância midiática ou comercial. E de repente o terror. Duas fortes explosões e atletas tem suas pernas amputadas pelos estilhaços das bombas.  Três mortes e mais de uma centena de feridos. O saldo de uma maratona em Boston.
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10 de junho de 2012

✍ Jornalismo - Imprensa Desregulada

Órgãos de imprensa desaprovam ato de Repórter da Band
Repórter da Band extrapola suas atribuições profissionais
Eu me manifesto veementemente contra toda e qualquer tentativa de mudança nas regras que orientam o pleno exercício da liberdade de imprensa propostas recentemente pelos órgãos governamentais brasileiros. Especialmente quando a regulamentação tem sido conduzida em termos evidentemente corporativistas, na defesa dos interesses de quem acredita estar no poder e se esquece que numa democracia o poder deveria emanar do povo, e não de quem ocupa um cargo criado para a prestação de serviços públicos. As autoridades constituídas tem se escondido atrás do falso argumento da defesa do interesse público para incitar o apoio a mudanças das regras, as quais tem por objetivo implícito auferir vantagens políticas aos seus propositores.

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6 de junho de 2012

✍ Jornalismo - Caso Matsunaga

Caso Matsunaga
Elize Matsunaga
Mais uma vez vemos a sociedade brasileira obrigada a se confrontar consigo mesma e com os limites que o ser humano estaria disposto a ultrapassar na defesa de suas expectativas egotistas, não levando em conta as consequências de seus atos para com terceiros. Desta vez, vimos uma jovem senhora de trinta e oito anos,  da classe média alta de São Paulo, mãe de um bebê de um ano, dar um tiro na nuca do companheiro em seu apartamento, arrastá-lo para o banheiro de empregada, esquartejá-lo com a precisão cirúrgica de quem tem conhecimentos de anatomia, colocar os pedaços em malas e sair tranquilamente do prédio guiando o próprio carro a fim de se livrar dos restos mortais do marido na beira de uma estrada qualquer, como quem joga o lixo fora.
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30 de julho de 2011

✍ Jornalismo - Não Mexam com Pimenta

Tratamento diferenciado entre Pimenta Neves e Goleiro Bruno
O goleiro Bruno, em que lhe pesem as muitas suspeitas, jamais confessou o assassinato de Elisa Samúdio. No entanto permanece preso preventivamente enquanto o prazo para aquisição de novas provas do assassinato frio e cruel da modelo já se esgotou. Em outro caso, Pimenta Neves finalmente está preso após ter sido julgado e condenado com base em sua confissão pública de ter assassinado covardemente a jornalista Sandra Gomide. Mas, mesmo depois de confessar ter dirigido premeditadamente até o Haras Setti, em Ibiúna, para dar dois tiros nas costas da jornalista, Pimenta Neves ficou 11 anos livre, curtindo sua vida de nababo. Qual a grande difrença entre estes dois casos. Por que tratamentos desiguais aplicados pela mesma justiça?
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27 de julho de 2011

✍ Jornalismo - Racismo, Até Quando?

Anders Breivik defende extinção dos inferioresVolta e meia se comenta o holocausto nazista como se falássemos de um horror há muito distante contra o qual fomos vacinados na experiência traumática onde Hitler confrontou o ser humano com suas piores virtudes. Nós não somos como ele. Jamais seríamos capazes de apoiar as ideias surgidas naquela mente doentia. No entanto, quando olhamos para a história sob esta perspectiva reducionista, esquecemos de observar que Hitler seria incapaz de fazer o que fez sozinho. A premissa da salvação da humanidade pela antecipação forçada e consciente da suposta seleção natural em favor de uma raça pura, mais habilitada a sobreviver num mundo em constante evolução, calou fundo na mente daqueles que seguiram e apoiaram incondicionalmente ao ideal de Hitler. Infelizmente um olhar agudo aos acontecimentos recentes nos mostra que aquele ideal não morreu quando seu fomentador suicidou.

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